Segundo alguns estudiosos, o Eneagrama (do grego Ennea = nove e gamos = figura) é um antigo sistema de sabedoria cujas origens remontam a mais de 2500 anos atrás, provavelmente oriundas de uma fraternidade oculta conhecida como Sarmoung. na Ásia Central, no Egito. Foi trazido para o Ocidente por G.I.Gurdjieff, que fundamentou as leis do Quarto Caminho, usando o eneagrama como um símbolo sagrado que contempla a unificação dos nossos muitos eus. O Eneagrama dos tipos, como é comumente conhecido, muito difundido por espiritualistas e empresas de recrutamento, prevê que cada indivíduo se enquadra em um determinado tipo, desconsiderando, grosso modo, as outras oito possibilidades. Essa vertente foi criada por Oscar Ichazo, no Chile, e implementada por Cláudio Naranjo nos anos 70, e desde então tem ganhado milhares de adeptos. Não se encontram na literatura científica referências bibliográficas sólidas que apóiam a classificação dos nove tipos, mas ela tem sido cada vez mais explorada por estudiosos e entusiastas que realizam aplicações cada vez mais bem sucedidas com o uso dessa ferramenta.
O eneagrama em “O dia em que a Mão de Deus tocou”
Apesar de fugir da teoria dos nove tipos, o fato de serem escolhidos nove pessoas para serem os “tocados preferidos” remete à versão proposta por Ichazo e Naranjo. Como disse Petrus no segundo capítulo d’O Dia, muitos nomes se têm dado para o símbolo de poder que encerra todas as coisas: Eneagrama, Quintessência, Pedra Filosofal, Mão de Deus, e remete a um elemento químico pouquíssimo conhecido pela ciência atual: o Gerândio. Uma de suas incríveis particularidades subatômicas é que ele joga por terra a regra do octeto, por ter NOVE e não oito elétrons na última camada. Muito raro, existem apenas cerca de 90 gramas desse elemento em todo o mundo, das quais 81 gramas se encontram soterradas em algum lugar da cidade de São Miguel.
Um grande centro de pesquisas suíço, o CERN, é uma das poucas instituições que têm conhecimento da existência desse material. Contudo, sua localização exata sempre foi uma incógnita. No início do período do Renascimento, alguns alquimistas fugiram da perseguição eclesiástica transportando a maior parte do gerândio, e com as grandes navegações, acabaram chegando em caravelas portuguesas às terras brasileiras. Para não serem descobertos, esses alquimistas escreveram diversos tratados usando uma linguagem com simbologia própria, na maioria das vezes denominando como Pedra Filosofal o elemento mágico.
Nos dias atuais a localização do gerândio é descoberta com a interceptação das pesquisas de um dos últimos alquimistas do eneagrama vivos, Simão. Na abertura do primeiro capítulo o vimos fugir às pressas de um Hotel no Egito para cair nas garras de Golias, um mercenário misterioso, mas ele acaba sendo salvo por uma pessoa não-identificada.
Agora, o que toda aquela confusão tem a ver com o fato do cantor Giulliano ter se transformado num demônio, logo após a explosão de luz que abalou toda a cidade de São Miguel, é o que eu convido todos a descobrir.
Até meu próximo post.
O eneagrama em “O dia em que a Mão de Deus tocou”
Apesar de fugir da teoria dos nove tipos, o fato de serem escolhidos nove pessoas para serem os “tocados preferidos” remete à versão proposta por Ichazo e Naranjo. Como disse Petrus no segundo capítulo d’O Dia, muitos nomes se têm dado para o símbolo de poder que encerra todas as coisas: Eneagrama, Quintessência, Pedra Filosofal, Mão de Deus, e remete a um elemento químico pouquíssimo conhecido pela ciência atual: o Gerândio. Uma de suas incríveis particularidades subatômicas é que ele joga por terra a regra do octeto, por ter NOVE e não oito elétrons na última camada. Muito raro, existem apenas cerca de 90 gramas desse elemento em todo o mundo, das quais 81 gramas se encontram soterradas em algum lugar da cidade de São Miguel.
Um grande centro de pesquisas suíço, o CERN, é uma das poucas instituições que têm conhecimento da existência desse material. Contudo, sua localização exata sempre foi uma incógnita. No início do período do Renascimento, alguns alquimistas fugiram da perseguição eclesiástica transportando a maior parte do gerândio, e com as grandes navegações, acabaram chegando em caravelas portuguesas às terras brasileiras. Para não serem descobertos, esses alquimistas escreveram diversos tratados usando uma linguagem com simbologia própria, na maioria das vezes denominando como Pedra Filosofal o elemento mágico.
Nos dias atuais a localização do gerândio é descoberta com a interceptação das pesquisas de um dos últimos alquimistas do eneagrama vivos, Simão. Na abertura do primeiro capítulo o vimos fugir às pressas de um Hotel no Egito para cair nas garras de Golias, um mercenário misterioso, mas ele acaba sendo salvo por uma pessoa não-identificada.
Agora, o que toda aquela confusão tem a ver com o fato do cantor Giulliano ter se transformado num demônio, logo após a explosão de luz que abalou toda a cidade de São Miguel, é o que eu convido todos a descobrir.
Até meu próximo post.
